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A Bela Morte: confrontos com a natureza-morta no século XXI. MARGS, 2013

MARGS inaugura A Bela Morte: Confrontos com a Natureza-Morta no Século XXI, com mais de 100 obras de 90 artistas de 12 de dezembro de 2013 a 16 de março de 2014,  Porto Alegre, RS
O Museu de Arte do Rio Grande do Sul apresenta ao público a exposição A Bela Morte: Confrontos com a Natureza-Morta no Século XXI, de 12 dezembro de 2013 a 16 de março de 2014, com curadoria de Ana Zavaldil, Curadora-Chefe do MARGS. A entrada é franca. A exposição segue no MARGS de terças a domingos, das 10h às 19h. O MARGS oferece atendimento, previamente agendado, com visitas mediadas para escolas pelo telefone 51 3225-7551 ou no e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A exposição sobre natureza-morta pensada a partir do acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS – mostrou-se um assunto fascinante, já que esse gênero, presente em muitos momentos da história da arte, desde o século XVI, agora é usado como eixo central de onde irradiam desdobramentos sobre o tema. O acervo foi investigado com a intenção de colocar ao lado das obras, cujas historicidades tratam especificamente do ponto em questão, aquelas que, de alguma maneira, trouxessem novas perspectivas e criassem um ambiente favorável a diálogos e/ou aproximações para juntas construírem novos sentidos. Do passado, a partir do estudo das vanitas, foram buscadas obras que mostraram afinidades com os conceitos de efemeridade e da morte. Ao juntarmos os eixos natureza-morta, vanitas e morte, a exposição reveste-se de conteúdos conceituais e propõe uma nova leitura por meio de um contexto de justaposição e de um modelo labiríntico de curadoria, já anteriormente adotado pelo núcleo de curadoria do museu e renovado em A Bela Morte: Confrontos com a Natureza-Morta no Século XXI.Sobre as escolhas curatoriais, cabe ressaltar que a justaposição com a disposição não cronológica de obras contribui para criar um atrito conceitual e instalar uma multiplicidade de questões, sejam elas conceituais formais ou históricas. A subversão das hierarquias canônicas é revista no momento em que a arbitrariedade é posta em cena, eliminando analogias conceituais ou linearidades históricas ou cronológicas. O modelo labiríntico foi utilizado como estratégia para transformar as relações das obras no espaço expositivo, uma vez que as escolhas interpretativas estão diretamente relacionadas ao percurso do visitante.