YARA PINA vive e trabalha em Goiânia. É graduada em Biblioteconomia e Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás. ​​​Seus trabalhos investiga​m​, através de diferentes contextos sociais e históricos, os rastros da memória da violência e suas inscrições sobre os corpos vitimados e ausentes. Com o desenho, em sua dimensão performativa​, passou a ​explorar a destruição e violência​ como​ ​repertório​s ​para suas obras, com destaque para suas ações em que explora a fronteira entre ausência e presença ao deixar no espaço expositivo apenas vestígios da passagem de seu corpo em confronto com outros "corpos".

 

​|Exposições selecionadas|: Mother, I see my self in your eyes (Laundromat Art Space, 2019 / Concrete Art Space, Flórida, 2019, USA); One in a million (Gallery Nosco, Marseille, FR, 2018), Frestas Trienal de Artes, Entre pós-verdades e acontecimentos (SESC Sorocaba, SP, 2017); Performatus 2, O que está a luz de nosso tempo discernimos no escuro (SESC Santos, 2017); Das Virgens em Cardumes e da Cor das Auras (Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, 2016); Bienal Internacional Desde Aquí (Bucaramanga, COL, 2014); Open Sessions (Drawing Center, Nova York, 2014-2015); Act + Object + Exchange (Drawing Center, New York, 2014); Name it by trying to name it (Drawing Center, New York, 2015); A Bela Morte: confrontos com a natureza morta no século XXI (Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS); Arte Pará 2012 (Museu Histórico do Estado do Pará, Belém, 2012). |Prêmios|: Salão de Abril de Fortaleza (Fortaleza, 2012, BR); FID Prize 2017 (Foire Internationale du Dessin, Paris, FR, 2016) |Acervos públicos|:  Museu de Arte do Rio Grande do Sul, (Porto Alegre, RS); Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (Goiânia, GO); Museu de Artes Plásticas de Anápolis (Anápolis, GO)

 YARA PINA lives and works in Goiânia. Graduated in Library Science and Visual Arts  at Universidade Federal de Goiás. In most recent production investigates through different social and historical contexts, traces of the memory of violence that have been inscribed on the violated and absent bodies. Through drawing, in its performative and gestural dimension, began to investigate the repertoires of destruction and violence that became the basis of current artistic production. Highlighting her actions in which  explores the boundaries between absence and presence by leaving in the exhibition space only traces of the passage of her body in confrontation with other "bodies".

|Selected exhibitions |: Mother, I see my self in your eyes (Laundromat Art Space, 2019 / Concrete Art Space, Florida, 2019, USA); One in a million (Gallery Nosco, Marseille, FR, 2018), Triennial Arts Gap, Between Post-Truths and Events (SESC Sorocaba, SP, 2017); Performatus 2, What is the light of our time we discern in the dark (SESC Santos, 2017); The Virgin in Schools and the Color of Auras (Bishop of the Rosary Museum Contemporary Art, Rio de Janeiro, 2016); International Biennial Since Here (Bucaramanga, COL, 2014); Open Sessions (Drawing Center, New York, 2014-2015); Act + Object + Exchange (Drawing Center, New York, 2014); Name it by trying to name it (Drawing Center, New York, 2015); The Beautiful Death: clashes with still life in the 21st century (Rio Grande do Sul Museum of Art, Porto Alegre, RS); Pará Art 2012 (Pará State Historical Museum, Belém, 2012). Awards |: Fortaleza's April Salon (Fortaleza, 2012, BR); FID Prize 2017 (Foire Internationale du Dessin, Paris, FR, 2016) | Public collections |: Rio Grande do Sul Museum of Art, (Porto Alegre, RS); Cultural Center of the Federal University of Goiás (Goiânia, GO); Anapolis Museum of Plastic Arts (Anapolis, GO)

© 2018 por Yara Pina.

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